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Tuesday, July 31, 2012

Arriscar é: implicativo

O rato, olhou pelo buraco na parede e viu o fazendeiro e a sua esposa abrir um pacote.Pensou logo no tipo de comida que ali haveria.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu até ao pátio da fazenda para advertir todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!
A galinha cacarejou:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o si, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e gritou:

- Há ratoeira na casa, ratoeira!...

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:

- Há ratoeira na casa!

- O quê? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho parecido com o da ratoeira a apanhar a  sua vítima.. A mulher do fazendeiro correu para ver o que lá havia. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira tinha apanhado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro levou-a imediatamente ao hospital.
Ela voltou para casa com muita febre.
Todos sabemos que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou no seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para o acolher e alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou por morrer.

Muita gente veio ao funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar toda aquela gente.

Moral da História:
Na próxima vez que ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos!

Monday, July 30, 2012

Arriscar é: dieta mental

ObesidadeMental                                               
                                                                    
O prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que  revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.
Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.         
                                                                    
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.»                                 
                                                                    
Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos  que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns  que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
                                                                    
Os cozinheiros desta magna fast food intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.»

O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.                                     
Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.»                                               
                                                                    
Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:
«O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa  deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.»   

O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.»                                         
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
«O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.                 

Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto.
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras. «Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil,paradoxal ou doentia.
Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo. Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.                                   
Precisa sobretudo de dieta mental.»        

Thursday, July 26, 2012

Arriscar é: arvore e fruto

Pelo fruto se conhece a árvore e
uma árvore boa dará um fruto bom.
Assim será com as pessoas!?...

Arriscar é: ser avô

S. Joaquim e Santa Ana com Nossa Senhora ao colo “Mãe da Esperança, trazemos no coração os nossos filhos e netos. Desejamos para eles a vida, a paz, a alegria, a felicidade.Queremos continuar a propor a fé, com audácia e sem respeitos humanos. Queremos ser força de elevação para o Alto, para Deus.Queremos ser elo a unir a todos no seio das nossas famílias! Queremos ser memória viva para que todos os nossos filhos e netos descubram as suas raízes e as acarinhem”.
(adaptado:espiritualidade CVP)

Friday, July 20, 2012

Arriscar é: ser amigo

Este tempo pode ajudar-nos a pensar, até porque o calor não ajuda a
que nos mexamos muito.
Assim, fica o desafio de pensarmos em sermos amigos dos que mais amamos.
Isto porque às vezes só tratamos bem os que só são amigos e não os que amamos.
Esses só levam com o que há de pior em nós.

Thursday, July 05, 2012

Arriscar é: antes...

"Houve tempos em que se produzia o que se comia e se exportava. Em que o País tinha uma frota de marinha mercante, fábricas, vinhas, searas.
Veio depois o admirável mundo novo do crédito".
(Atribuído a: Portugal)

Arriscar é: complementaridade e simetria

Se a relação é o que nos salva, nela é essencial a gestão entre a complementaridade
e a simetria.
Temos coisas diferentes e comuns.
Essas duas dimensões devem ser alimentadas convenientemente na construção do todo que é o projeto família.
Só com o devido enquadramento do que nos é semelhantee dos que nos é distinto
se pode construir algo com consistencia.

Wednesday, July 04, 2012

Arriscar é: salvar

O que nos salva são os relacionamentos e não os dogmas,
regras ou estatutos...
Realmente a relação é muito estruturante da nossa existencia.
Começa na relação com Deus que é exemplar para todas as outras.
Depois passamos à relação connosco e com os outros.
Hoje é impossível descurar a relação com toda a criação que nos rodeia. A natureza faz parte do nosso equilibrio e salvação.
Para além da saúde o estarmos bem em todos estes planos dá sentido
à nossa vida.
Que este tempo de verão e nos ajude a alimentar bem todas as relações que nos são fundamentais.